KDM / GDM custom

15 março 2009 Deixe um comentário

Essa dica é para aqueles que adoram novidades, mesmo que sem muita praticidade ou melhora de performance.

Eu customizei o meu KDM (gerenciador de login do KDE) e atendendo a perguntas de alunos, também descobri como customizar no GDM (gerenciador de login do GNOME), onde é colocado um screensaver ou vídeo nas telas de login como fundo de tela.


O processo é bem simples, começa com a retirada dos temas dos gerenciadores do login do KDM ou GDM. Em seguida é inserido em dois arquivos de login a chamada ao vídeo ou screensaver. Irei dividir as explicações por interface de trabalho (KDE/GNOME) para melhor entendimento.

## KDE

A primeira coisa a ser feita é retirar o tema do seu KDM. (As telas abaixo são do KDE4.2, mas a sequência são as mesmas no KDE 3.5)

No Kubuntu abra a opção de “Configurações do Sistema” em seguida, na nova janela aberta, clique na aba “Avançados”. Clique sobre a opção “Gerenciador de Início de Sessão”.

Gerenciador de Início de Sessão

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Como resolver o problema de reverter o snapshot após atualização do virtualbox

17 fevereiro 2009 Deixe um comentário

Sou usuário do Virtualbox a um bom tempo. Mas sempre que uma atualizava o Virtualbox no meu linux, recebia mensagens sinistras na hora de reverter o snapshot.
Tenho a necessidade de executar testes a todo instante, por isso uso bastante esse recurso. A cada atualização (a última foi para a 2.1.4) tinha que descartar meu snapshot, com todos os updates e configurações realizadas e começar tudo novamente.

A mensagem que aparecia após clicar no botão revert era:

Could not copy the state file ‘/home/leocadio/.VirtualBox/Machines/Windows XP/Snapshots/{79kjeb93-7d93e83-4342-f8-bff74499d4}.sav’ to ‘/hom … (VERR_ALREADY_EXISTS).

Código de Resultado:  NS_ERROR_FAILURE (0x80004005)

Depois de muita tentativa e pesquisa, encontrei uma solução relativamente simples.

Basta iniciar a máquina normalmente, no estado que ela se encontra. Assim que a mesma já estiver pronta para o uso, clique em fechar. Aparecerá um menu com as opções:

Menu Virtualbox

Menu Virtualbox

Escolha a opção “Salvar o estado da máquina“.

Pronto, você já pode usar a opção (botão)

RevertReveter o estado para o snapshot atual“.

Agora você poderá atualizar seu virtualBox, com o snapshot salvo na versão passada.

Discurso da formatura da FUMEC 2008

24 dezembro 2008 Deixe um comentário

Como professor homenageado da Pós-graduação da Fumec 2008, proferi o seguinte texto aos formandos.

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Boa noite aos alunos formandos do Curso de Gestão de Segurança da Informação, Engenharia de Software e Governança de TI, Gestão Estratégica em Marketing, Gestão Estratégica de negócios, Gestão Estratégica de Pessoas e à mesa diretora.

Aos escrever este discurso, estive pensando no que falar aos alunos, de forma bem abrangente, e que, de alguma forma, não reflita no período de convívio, mas sim em algo nunca mencionado em sala ou na literatura estudada. Portanto, irei proferir algumas palavras sobre o “erro, a preguiça e o bom profissional.” Existe uma diferença enorme entre ser o melhor profissional da empresa e o profissional perfeito. Ser um profissional perfeito atualmente é uma utopia.

Primeiramente, gostaria de expor um pensamento que às vezes compartilho em sala de aula com meus alunos.. “Você já percebeu que o mundo evolui graças aos preguiçosos? As invenções só surgem para facilitar a vida dos preguiçosos”.

Hoje temos o controle remoto para que não levantemos para ir a TV ou para abrir o portão da garagem. Escada rolante, elevador, escova de dente elétrica, calculadora, tudo isso inventado para evitar a fadiga. Até aparelho para evitar as dolorosas dores abdominais da academia, já inventaram. E tudo isso para quê? Para facilitar a vida dos preguiçosos.

Mas, para que essas invenções cheguem aos preguiçosos, precisamos de bons profissionais. Então como se tornar um profissional de destaque e ajudar aos preguiçosos?

Aqui começa minha segunda explicação. Você já observou como o erro está relacionado com o seu sucesso profissional?

Começo essa explicação traçando um paralelo entre o sucesso profissional e o erro. Para os que duvidam que o erro é a grande chave do sucesso, ou do fracasso, citarei alguns exemplos:

  • Por que o São Paulo Futebol Clube se tornou o atual campeão brasileiro? Porque errou menos.

  • Por que o Luis Hamilton se consagrou o campeão na formula 1 em 2008? Porque errou menos.

  • Por que o Diego Hipólito, mesmo estando muito preparado, perdeu a medalha de ouro nas olimpíadas da China? Porque errou mais.

Estar preparado é sim um ótimo alicerce, mas você não pode se esquecer da palavra “erro”.

O erro em algumas profissões são mais toleráveis do que em outras. Errar, em algumas profissões, pode trazer conseqüências terríveis.

Errar em um projeto de uma ponte, ou prédio, pode ser catastrófico. Errar no processo de contratação de pessoal, para uma grande obra, pode trazer prejuízos financeiros enormes e estes mesmos erros podem de alguma forma, acabar com sua carreira profissional.

É interessante notar que alguns visionários enxergaram no erro uma grande oportunidade de negócio. Algumas empresas já contemplam no seu ciclo de vida uma parte para correção de erros.

Você pode nem perceber, mas quando te chamam para fazer um recall estão fazendo o quê? Consertando um erro. É importante observar que esses erros, quando informados aos seus clientes, levam uma conotação até mesmo de um grande favor feito pelo fabricante.

O modelo de negócio campeão em trabalhar com erros e fazer dele uma grande oportunidade de negócio é a área de Tecnologia da Informação (TI). Esse modelo de negócio deixou seus clientes tão viciados nos erros dos seus produtos, que eles nem percebem mais do que se trata. A palavra HOTFIX ou SERVICE PACK lembra-te alguma coisa?

O único modo de evitar os erros é adquirindo experiência; mas a única maneira de adquirir experiência é cometendo erros…

Grandes pensadores também já comentaram sobre o erro:

  • Leonardo da Vinci disse – “Quem pensa pouco erra muito.”

  • Antero de Figueiredo disse – “O orgulho é o caminho do erro.”

  • Marco Túlio Cícero disse a 10 A.C. – “Todos os homens podem cair num erro, mas só os idiotas perseveram nele.”

Portanto, aqui deixo minha dica aos formandos, facilitem a vida dos preguiçosos e se tornem bons profissionais. Errem menos!

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Resolvendo o problema da USB no Virtualbox – (K/X)Ubuntu Intrepid

7 novembro 2008 Deixe um comentário

Ao atualizar meu kubuntu para a versão 8.10 Intrepid Ibex, a porta USB do virtualbox (verão 2.0_2.0.4) não funcionava. Quando clico no botão de configuração da minha máquina virtual, sempre aparece a mensagem.

“Could not load the Host USB Proxy Service (VERR_FILE_NOT_FOUND). The service might be not installed on the host computer.”

Para resolver o problema eu pesquisei em foruns e em pelo menos 3, a solução apresentada foi acrescentar uma nova linha no arquivo /etc/fstab. Também verifiquei que a solução funciona em versões anteriores e até mesmo em outras distribuições. Edite o arquivo dessa forma.

sudo vim /etc/fstab


acrescente essa linha no final do arquivo

usbfs   /proc/bus/usb     usbfs   devmode=0664,devgid=121 0 0

A dica importante na linha acima e que você deverá que alterar o número em devgid=XXX. Esse é o número de Identificação de um grupo (GID). Para funcionar no virtualbox o GID a ser informado deve ser do grupo vboxusers.  Descubra o número GID do vboxusers no seu computador com esse comando.

cat /etc/group |grep vboxusers

ele deve retornar algo parecido com meu exemplo abaixo.

vboxusers:x:121:leocadio

Esse número 121 foi o número informado no devgid da linha inserida no /etc/fstab.

Com tudo pronto, agora basta reler a tabela de partições sem reiniciar o computador. Execute o comando abaixo para fazer essa releitura da fstab.

sudo mount -a

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Assinando um documento ou e-mail digitalmente

12 outubro 2008 Deixe um comentário

Antes de mais nada é preciso lembrar que para assinar qualquer coisa no meu PC, eu preciso da chave privada. É essa chave que devemos proteger de cópias alheias (mesmo essa já sendo protegida por uma senha).
Ao usar a chave privada sempre será solicitada a sua senha.

A chave pública assinada por um cartório (certificado) também é necessária, porém ela irá ser enviada para a conferência no destinatário. Se você observar, verá que todo arquivo assinado terá seu tamanho acrescido em alguns Kb.  (Se você não esta familiarizado com os termos descritos acima, dê uma lida nesse post anterior.)

Se você gerou a chave pública e privada por um software como o openssl ou mycert, você não deve esquecer de juntá-las (pública e privada) em um arquivo do tipo PKCS12 (extensão .pfx). Esse formato é que será requisitado na importação das chaves por qualquer software que trabalhe com assinatura digital. Veja mais nesse post anterior.

Sintaxe do comando:
openssl  pkcs12  -export   -inkey caminho_da_chaveprivada -in caminho_CERTIFICADO_retornado_cartorio   -out   caminho_para_salvar_arquivo_p12

Exemplo:

openssl.exe  pkcs12  -export  -inkey  c:\chave\chaveprivada.key  -in  c:\chave\leocadio_cert.cer  -out c:\chave\ARQUIVOP12.pfx

Relembrando: Para assinar digitalmente, o software precisa da chave privada e da pública para acompanhar o documento.

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Criptografia, assinatura digital e alguns outros conceitos

12 outubro 2008 Deixe um comentário

Antes de escrever sobre segurança, criptografia, certificado digital e etc, precisamos adquirir o conhecimento sobre os itens envolvidos. Irei escrever de forma simples alguns conceitos envolvidos.

Criptografia – Toda criptografia tem com base os algoritmos matemáticos. Os algoritmos DES, AES, RSA ou Diffie/Hellman de criptografia podem solicitar uma senha ou não como o algoritmo Base64.
O resultado de algo submetido ao algoritmo criptográfico é chamado de texto cifrado.

Os algoritmos que solicitam uma senha são classificados em simétricos (igualdade) e assimétricos (desigualdade). Esse segundo é mais conhecido como algoritmo de chaves.

Com essa técnica de criptografia eu obtenho a confidencialidade de uma informação.

Algoritmos simétricos – São algoritmos matemáticos cujo a senha tem que ser compartilhada entre o emissor e destinatário.

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Assinatura Digital – Gerando o certificado

5 outubro 2008 Deixe um comentário

Esse post foi motivado pelo capítulo  ” Certificado e Criptografia” que leciono a alunos da graduação e pós-graduação. Irei dedicar alguns tempo a escrever de forma simples sobre o assunto.

Pensando em um mundo ecologicamente correto, creio que o certificado digital e todos os seus benefícios podem contribuir muito para essa nova forma “VERDE” de pensamento da TI. O certificado tem em sua essência a mesma credibilidade da existente no papel nos dias atuais como a realizada através de um “cartório de notas”.

Os meus alunos sempre solicitam a entrega das atividades por e-mail. Ai começam os problemas. Como podemos garantir a integridade e a autenticidade do emissor de um documento entregue por e-mail?

Certificado digital + assinatura digital = Não repúdio.

Dessa forma resolvi meus problemas na entrega por e-mail. Toda base de confiança desse modelo esta ancorado no algoritmo assimétrico (irei falar dele no futuro).

Para proporcionar uma experiência real aos meus alunos, eu usarei o software openssl nos exemplos. No futuro prometo falar de alguns aplicativos de certificado. Quem tem processador 64 bits, deve baixar a versão compatível com esse processador. Você pode fazer o download do openssl (32 ou 64 bits) nesse link para windows ou aqui compactado no formato tar.gz. Para Debian e derivados (como ubuntu) o procedimento é mais simples.
apt-get install openssl

Uma vez instalado, vamos ao que interessa.

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