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Archive for março \20\UTC 2007

Problema de acentuação em VFAT

20 março 2007 Deixe um comentário

Sempre vejo algumas pessoas me relatarem problemas de acentuação com partições ou discos formatado com FAT ou NTFS. As dicas aqui, servem para você identificar e configurar de forma correta o dispositivo montado.

Comece digitando o comando “locale” no prompt. No meu Kubuntu a resposta foi LANG=pt_BR.UTF-8.
Isso demostra que estou usando o modelo UTF-8, ao invés do iso88959-1.

Para quem monta os dispositivos através do arquivo fstab basta configurar da seguinte forma:

/dev/hda2 /media/hda2 vfat defaults,utf8,umask=000 0 0

Para montar de forma manual utilize a seguinte forma:

mount -t vfat /dev/hda2 /media/hda2 -o utf8

Definição de UTF-8, retirada do wikipédia
UTF-8 (8-bit Unicode Transformation Format) é um tipo de codificação Unicode de comprimento variável criado por Ken Thompson e Rob Pike. Pode representar qualquer caracter universal padrão do Unicode, sendo também compatível com o ASCII. Por esta razão, está lentamente a ser adoptado como tipo de codificação padrão para email, páginas web, e outros locais onde os caracteres são armazenados.

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O comando chattr

19 março 2007 Deixe um comentário

O chattr troca os atributos de um arquivo no linux. (alterando atributos de arquivos)
Após conversa com meu aluno Alberone, procurei conhecer o comando chattr. Na página do desenvolvedor (http://e2fsprogs.sourceforge.net/”) o mesmo fala que o comando e para ser usado com o filesystem ext2. Testei com o ext3 e o resultado foram os mesmo do ext2.

A sintaxe do comando é chattr [ -RV ] [ -v version ] [ mode ] files…
A opção -R é para ser recursivo e -V de Verbose. A opção -v mostra a versão do chattr.

Os atributos a ser usados podem ser +-=[ASacDdIijsTtu]

Descrição das opções:
+ –> O operador adiciona o atributo a um arquivo.
– –> O operador retira o atributo de um arquivo.
= –> O operador retira os demais atributos ficando somente o determinado.

A –> Coloca o atributo no arquivo como acessável, porém não modifica a hora acesso ao arquivo.
a –> Coloca o atributo no arquivo de aberto para “append” somente para escrita. Somente o superusuário pode atribuir ou retirar essa opção.
c –> Coloca o atributo no arquivo de compressão. Antes de salvar o arquivo em disco o arquivo e comprimido.
D –> Usada para diretório. Quando um diretório é modificado as mudanças estão escritas de forma “synchronously” no disco
d –> Coloca o arquivo como não candidato para o apoio quando os programas de dump estão funcionado.
E –> Atributo experimental usado na compressão indicando erro.
I –> Coloca o atributo no arquivo de codigo de arvore, escondendo o mesmo de indexação.
i –> Com esse atributo o arquivo não pode ser deletado, renomeado ou criado link para o arquivo.
u –> Coloca o atributo no arquivo de não deletável.

Exemplo:
chattr +i lixo.txt (Coloca o arquivo como inalterável, para retirar o aributo use o mesmo comando porém com o sinal -)
chattr +u lixo.txt (Coloca o arquivo como não deletável, para retirar o aributo use o mesmo comando porém com o sinal -)

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O que é segurança da Informação

15 março 2007 Deixe um comentário

Segurança da informação é uma disciplina relativamente nova no contexto de tecnologia da informação. É uma palavra de amplo espectro quando abordamos questões pertinentes aos requisitos necessários para proteger os ativos e acervos computacionais das corporações. A proteção da informação é seu ponto de foco.
Neste contexto, Informação pode e deve ser tratada como qualquer outro ativo que sustenta um negócio.
A Segurança da informação protege a informação contra diversos tipos de ameaças para garantir a continuidade dos negócios, minimizar os danos aos negócios e maximizar o retorno dos investimentos e as oportunidades de negócios.

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Usando o proxy pelo terminal (pty ou tty)

12 março 2007 Deixe um comentário

Meus alunos em laboratórios sempre precisam ir na internet para atualizar algo, porém do prompt.

A dica é simples mas nos salva. No prompt digite

export http_proxy=”http://usuario:senha@proxy:porta”
usuario–> seu login no proxy da sua empresa
senha–> senha do usuário acima
proxy–>endereço IP ou hostname do servidor proxy
porta–> porta usada no seu servidor proxy, no caso do squid e 3128

Para que não usam proxy autenticado basta colocar apenas export http_proxy=”http://proxy:porta”
Não esqueça das aspas

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